Ele não tem crachá.
Não paga salário.
Mas manda em você como se fosse o CEO da sua vida emocional.

Você acorda pensando:

“O que vão achar disso?”
“Será que parece brega?”
“Se eu errar, o que vão dizer?”

Esses “e se” são seu novo ponto eletrônico.
Você nem decide mais. Você calcula reações.

E o mais irônico?
Você nem é o protagonista desse tribunal mental.
É figurante no julgamento que te prende.

 

Sinais de que você tá fazendo hora extra pro medo:

  • Você aceita com facilidade a opinião dos outros sobre você.
  • Muda de tom, roupa, texto e até sorriso pra não desagradar.
  • Vira um camaleão social pra caber onde nem quer estar.

Experimento do dia:

Escolha algo simples, mas honesto.

  • Poste, em suas redes sociais algo sem pensar no que vão dizer.
  • Diga o que você realmente pensa.
  • Haja com autenticidade, seja você.

 

Nada vai explodir.
Mas talvez você comece a sair do expediente invisível que te suga.

 

Você tá exausto. Não de viver,
de atuar.

 

Já pensou em se demitir desse cargo?

 

Esse texto cutucou algo em você?

Me conta nos comentários: qual foi a última vez que você escolheu por você — e só por você?